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9 de fevereiro de 2013

Amon Amarth - Guardians of Asgaard



Standing firm against all odds
Guarding the most sacred home

We protect the realm of gods
Our destiny is carved in stone



Three evil giants
Of the south
Are constantly on the attack



With lies and fire
From their mouths
But we always send them back



We are brothers
Of the north
Who are sharing the all father's blood



Marching down the left hand path
We are spawned by asagods
'Cause we are!



We're the guardians
Guardians of Asgaard
Guardians
Guardians of Asgaard
Guardians
Of Asgaard



We have faced our
Enemies
A thousand times or even more



Still they cannot
Make us kneel
One thousand years of constant war



The giants look for
Any chance
To bring down Asgaard's mighty walls



No matter what they send at us
We will never left it fall
'Cause we are



We're the guardians
Guardians of Asgaard
Guardians
Guardians of Asgaard
Guardians
Of Asgaard



Standing firm
Against all odds
We are guarding
Asgaard's mighty walls
We protect
The realm of asagods
No matter
What they send at us
We will never
Let them fall



We're the guardians
Guardians of Asgaard
Guardians
Guardians of Asgaard
Guardians
Of Asgaard

22 de dezembro de 2011

Litha-22/12



Litha (lê-se Líta) ou Solstício de Verão é quando o Sol está em seu ápice e mantém o seu maior brilho e elevação. O meio de verão, como é chamado, é celebrado pelas bruxas e bruxos pela sua abundância e plenitude no ano, trazendo fetilidade à Terra.
Litha é celebrado por volta de 22 de dezembro no hemisfério sul e por volta de 22 de junho no hemisfério norte. É o dia mais longo do ano, mas que também representa o declínio do Deus Sol. A partir deste dia, os dias vão ficando cada vez mais curtos, até chegarem ao ápice da escuridão no solstício de inverno. Por isso é considerado um marco que assinala o início da metade escura do ano, ao contrário do solstício de inverno.
A Deusa e o Deus estão no êxtase de sua união e vemos a Natureza cheia de frutos e flores belas. É o ápice do amor entre ambos. A Deusa reina como a Rainha do Verão e o Deus aproveita seu auge, pois depois começará o seu declínio até renascer no inverno.
Devemos nos lembrar que a mudança é a essência da vida, pois tudo carrega dentro de si a semente do seu oposto. O Sol está com seu poder no auge, mas aos poucos começa a declinar. Vida e morte fazem parte de todos os aspectos na Natureza e também de nossas vidas.
Litha revela que após a união da Deusa e do Deus em Beltane, O Deus já está adulto, um homem formado, e tornou-se pai (dos grãos) – ele é o grande responsável pela continuidade da vida. Em sua plenitude e felicidade ele traz o calor do verão e a promessa total de fertilização com o sucesso da fertilização do ventre da Deusa. 
  
Nesse momento o Deus, após cumprir a sua função de fertilizador, dá seu último beijo em sua amada e caminha ao país do Verão – utilizando-se o Barco da Morte para morrer em Samhain.



24 de novembro de 2011

As Estranhas Bruxas


É gente de conteúdo interno que transcende a compreensão medíocre, simplória. É gente que tem idealismo na alma e no coração, que traz nos olhos a luz do amanhecer e a serenidade do ocaso. Tem os dois pés no chão da realidade. É gente que ri, chora, se emociona com uma simples carta, um telefonema, uma canção suave, um bom filme, um bom livro, um gesto de carinho, um abraço, um afago. É gente que ama e curte saudades, gosta de amigos, cultiva flores, ama os animais. Admira paisagens. Poeira traz lembranças de chão curtido de sonhos passados. Escuta o som dos ventos. Dança a dança do mundo pelo simples prazer de dançar.

É gente que tem tempo para sorrir bondade, semear perdão, repartir ternura, compartilhar vivências e dar espaço para as emoções dentro de si. Emoções que fluem naturalmente de dentro de seu ser! É gente que gosta de fazer as coisas que gosta, sem fugir de compromissos difíceis
e inadiáveis, por mais desgastantes que sejam. Gente que semeia, colhe, orienta, se entende, aconselha, busca a verdade e quer sempre aprender, mesmo que seja de uma criança, de um pobre, de um analfabeto. É gente muito estranha as Bruxas. Gente de coração desarmado, sem ódio e preconceitos baratos. Gente que fala com plantas e bichos. Dança na chuva e alegra-se com o sol. Cultuam a Lua como Deusa e lhe faz celebrações... Eh!! Gente muito estranha essas Bruxas. Falam de amor com os olhos iluminados como par de lua cheia. Gente que erra e reconhece, cai e se levanta, com a mesma energia das grandes marés, que vão e voltam em uma harmoniosa cadência natural. Apanha e assimila os golpes, tirando lições dos erros e fazendo redentores suas lágrimas e sofrimentos. Amam como missão sagrada e distribuem amor com a mesma serenidade que distribuem pão. Coragem é sinônimo de vida, seguem em busca dos seus sonhos, independente das agruras do caminho.

Essa gente, vê o passado como referencial , o presente como luz e o futuro como meta. São estanhas as Bruxas! Acreditam no poder do feminino, estão sempre fazendo da maternidade a sua maior magia e através da incessante luta pela paz chegam a divindade de existir pelo amor da Grande Mãe, a natureza. Da mesma forma que produzem um belíssimo visual, de elegância refinada com as raias da vaidade, se vestem como verdadeiras Bruxas medievais a caminho do patíbulo. Iluminam de beleza e jovialidade o corpo físico com habilidade mágica e com facilidade transforma-se, permitindo-se um sóbrio aspecto de velha senhora, a depender da lua nos seus espíritos.. Cultuam as sagradas tradições como forma de perpetuar as leis que regem o universo, passam de geração para geração a fonte renovadora da sabedoria milenar. São fortes e valentes ao mesmo tempo humildes e serenas. São leoas e gatinhas, são muito estranhas as Bruxas. Com a
mesma habilidade que manuseiam livros codificados, o fazem com panelas e vassouras... São aventureiras e criam raízes, dançam rock, valsa e polka, danças sagradas , e inventam o que precisa ser inventado. Criam e recriam. Contam contos e histórias de fadas , e carochinhas, contam suas próprias histórias... Falam de generosidade e de todas as daides em exercício constante, buscam a plenitude como propósito...Interessante essa gente, essas Bruxas. Se obrigam tarefas, de evoluir, de amar e dividir... falam de desapego em plena metrópole , em meio as tecnologias.

Cantam mantras e músicas populares, mas se emocionam com as folclóricas. Mexem com ervas e chás, são primitivas e avançadas. Pulam da mesa do rei para um abrigo montanhês com o mesmo sorriso enigmático de prazer e sabedoria que iluminava a face das suas ancestrais.
Degustam um pão artesanal, receita medieval da velha senhora das montanhas com a mesma gula que o fazem em um banquete cinco estrelas, com pães ultra sofisticados daquela celebridade da cozinha francesa. Amam em esteiras e em grandes suites, desde que estejam felizes, pois ser feliz é sempre a única condição dessa gente estranha. É gente que compra briga pela criança abandonada, pelo velho carente pelo homem miserável, pela falta de respeito humano... é gente que fica horas olhando as estrelas, tentando decifrar seus mistérios, e sempre conseguem. Gente que lê em fundos de xícaras, em bolas de cristal, tarot, com pedras, na areia, nas nuvens, no fogo, no copo d'água... são muito estranhas! Oram para elementais, anjos e gnomos.

Falam com intimidade com os Deuses e lhes chamam para um círculo, fazem fogueiras e dançam em volta... Viajam de avião, a pé, de carro e em lombos de animais, agradecendo pelas oportunidades que a vida lhes dá... aliás, essa gente estranha agradece por tudo, até pela dor, que chamam de mãe, pois acreditam que é a forma mais rápida para a evolução...Se reúnem em escolas iniciáticas que chamam de coven, para mutuamente se bastarem, se protegerem,se resguardarem, resgatar valores, estudar, muito estranhas são as Bruxas.

Mas estranha mesmo é a fé que as mantém vivificadas ao longo de cinco mil anos. Que seja abençoada toda essa gente estranha...e desconfio que é deste tipo de gente que a DEUSA precisa para o terceiro milênio...

"Oito palavras o Credo das Bruxas enseja :
Sem prejudicar ninguém, faça o que você deseja"

(Texto de autor desconhecido)



16 de novembro de 2011

As Brumas de Avalon

Conta um pequeno pedaço da Tradição, sua resistência na velha Bretanha, os conflitos do período e a magnífica história de Arthur, a Fada Morgana, Viviane e toda a Magia e Mistério possíveis em um romance.


Recomendo que as pessoas leiam os livros e assista o filme só depois, porque muitas coisas do livro foram adaptadas para o filme para causar menos impacto ou suavizar a trama, sem contar que detalhes cruciais para o enredo da história foram modificados e até excluídos.


Recomendo a bruxas  não-bruxas (apesar que todos nós temos uma bruxa secreta), magos, feiticeiras, simpatizantes, qualquer um que goste de uma história emocionante, linda e cheia de mistérios que vão fazer sua pele arrepiar!


28 de outubro de 2011

Festival de Beltaine

(01 de Maio) H. Norte / (01 de Novembro) H. Sul

É o Sabbath da fertilidade, em que se celebra o casamento dos DEUSES . As fogueiras de Novembro são acesas, e os postes de Novembro levantado. É uma festa alegre, em que as mulheres usam coroas de flores e todos dançam ao redor das fogueiras. Agradecemos pelo fim da metade escura do ano, e pelo início da época da luz. Abrimos nosso coração para a comunidade, e nossas vidas voltam-se para a mesma. O mundo já pertence ao Deus Sol, e a metade Luz do ano tem início. 

Esse foi um dos primeiro feriados a ser destruído pelos Cristãos, que viam nas celebrações sexuais somente o pecado, e as entendiam como ofensa a seu Deus. Talvez os padres não soubessem que oAMOR sob vontade é o maior dos RITUAIS , a mais grandiosa das celebrações à vida, à alegria, à Natureza e portanto aos DEUSES!!! 

Beltane é o mais alegre e festivo de todos os Sabás. O Deus, que agora é um jovem no auge da sua fertilidade, se apaixona pela Deusa, que em Beltane se apresenta como a Virgem e é chamada "Rainha de Maio". Em Beltane se comemora esse AMOR que deu origem a todas as coisas do Universo. Beleno é a face radiante do Sol, que voltou ao mundo na Primavera.

Em Beltane se acendem duas fogueiras, pois é costume passar entre elas para se livrar de todas as doenças e energias negativas. Nos tempos antigos, costumava-se passar o gado e os animais domésticos entre as fogueiras com a mesma finalidade. Daí veio o costume de "pular a fogueira" nas festas juninas. Se não houver espaço, duas tochas ou mesmo duas VELAS podem ter a mesma função. 

Deve-se ter o maior cuidado para evitar acidentes! Uma das mais belas tradições de Beltane é o MAYPOLE, ou MASTRO DE FITAS. Trata-se de um mastro enfeitado com fitas coloridas. Durante umRITUAL , cada membro escolhe uma fita de sua cor preferida ou ligada a um desejo. Todos devem girar trançando as fitas, como se estivessem tecendo seu próprio destino, colocando-nos sob a proteção dos DEUSES . É costume em WICCA jamais se casar em Maio, pois esse mês é dedicado ao casamento do Deus e da Deusa.

COMEMORANDO O BELTANE

Se possível celebre o Beltane num bosque ou próximo a uma árvore viva. Caso não seja possível, traga uma pequena árvore para o círculo, de preferência envasada; pode ser qualquer tipo. Crie uma pequena oferenda ou AMULETO para Honrar o casamento da Deusa e do Deus para pendurar na árvore. Pode fazer vários deles se quiser. Tais oferendas podem ser saquinhos cheios com flores perfumadas, colares de contas, entalhes, guirlandas de flores - o que seu talento e sua imaginação permitirem.

Arrume o altar, acenda as VELAS e o INCENSO , abra o círculo, invoque a Deusa e o Deus. De pé diante do Altar, diga, com as mãos erguidas:

"Ó Deusa Mãe, rainha da noite e da Terra;
Ó Deus Pai, Rei do dia e das florestas,
Eu celebro sua união enquanto a natureza se alegra num ruidoso BANHO de cor e vida.
Aceitem meu presente, Deusa mãe e Deus pai
Em honra à sua união."

Coloque as oferendas na árvore. 

"De sua união surgirá a vida renovada;
Uma profusão de criaturas vivas cobrirá a TERRA ,
e os ventos soprarão puros e doces.
Ó antigos, eu celebro com Vocês!!"


Pratique magia a seguir, se necessário. Celebre um Banquete simples. O círculo está desfeito.

ERVAS TÍPICAS DO BELTANE

Amêndoa. ANGÉLICA , Freixo, Margarida, olíbano, Hera, Mal-me-quer.

COMIDAS TÍPICAS DO BELTANE

Alimentos vindos ou derivados do Leite, Creme de cravo-de-defunto, Sorvetes de baunilha, bolos de aveia.

18 de setembro de 2011

Juramento de Batalha Viking



Abaixo, eu vejo meu pai
Abaixo, eu vejo minha mãe e irmãs e irmãos
Abaixo eu vejo a linhagem dos meus antepassados desde o princípio
Abaixo, me chamam
Me convidam a tomar o meu lugar junto a eles
Nos salões de Valhala, onde os valentes podem viver para sempre.

24 de julho de 2011


A Magia é antiga, e está em todo lugar, cada um a olha e a pratica ao seu modo, não cabe a ninguém interferir na Magia dos outros...

20 de julho de 2011

Buscando a Cristo - Gregório de Matos


A vós correndo vou, braços sagrados,
Nessa cruz sacrossanta descobertos;
Que, para receber-me, estais abertos,
E, por não castigar-me, estais cravados.

A vós, divinos olhos, eclipsados,
De tanto sangue e lágrimas cobertos,
Pois, para perdoar-me, estais despertos,
E, por não condenar-me, estais fechados.

A vós, pregados pés, por não deixar-me,
A vós, sangue vertido, para ungir-me,
A vós, cabeça baixa, p'ra chamar-me.

A vós, lado patente, quero unir-me,
A vós, cravos preciosos, quero atar-me,
Para ficar unido, atado e firme.

Cristianismo: Uma religião baseada na tortura, no medo, na condenação, na dor e na alusão...

26 de junho de 2011

Yule- 21 Junho 2011

O Yule é celebrado no Solstício de Inverno, o dia mais curto do ano.
Isso ocorre mais ou menos em 21 de dezembro (Hemisfério Norte), embora
a data verdadeira possa variar de ano para ano. O Yule é uma comemoração
céltica da Deusa que se transforma na Grande Mãe, dando à luz o
Deus que morreu no Samhain do ano anterior. Ele é celebrado quando o Sol
retorna depois da mais longa noite do ano. Na verdade, o feriado de Natal
sempre foi mais pagão do que cristão, motivo pelo qual muitos dos cristãos
primitivos não o reconheciam.
Yule/Natal tinha uma ligação muito próxima
com histórias preexistentes de divindades pagãs, cuja existência estava ligada
a nascimentos, mortes e ressurreições divinas que antecediam as histórias
de Jesus, às vezes em milhares de anos.
A guirlanda é uma decoração típica do Yule, representando a Roda da
Vida.
Geralmente é feita de azevinho entremeado com pinhas que representam
o Deus, e frutas ou pequenas conchas que representam a Deusa.
Os celtas decoravam árvores de sempre-vivas com nozes, frutas, moedas
e, ocasionalmente, velas.
A sempre-viva, o azevinho, a hera e o visco eram
plantas importantes das estações, cada uma, à sua própria maneira, simbolizando
a fertilidade e a vida eterna. A tora tradicional do Yule é também
um costume céltico, sendo decorada com sempre-vivas e azevinho antes
de ser acesa ao pôr-do-sol.
A tora do Yule queima-se durante a noite, até o
amanhecer da manhã seguinte, outra representação da volta do Sol e do
girar da Roda do Ano. A vela do altar do Yule pode ser violeta ou verde
escura. Alguns pagãos preferem mudar a cor das velas do Deus e da Deusa,
saindo do vermelho e branco mais tradicionais, para o vermelho e verde
escuro na celebração do Sabá do Yule.
Decorações típicas são também o
azevinho, o visco, ramos de pinheiro ou pinhas.
Alguns eventos do Sabá do Yule poderiam incluir uma troca de presentes
entre os componentes do Coven, um girar da representação física
da Roda do Ano para ajudar nossa Deusa no nascimento de nosso Deus, e
a colocação de bons votos para o próximo ano em uma árvore do Yule

20 de março de 2011

Mabon

O Sabbat do Equinócio do Outono (também conhecido como Sabbat de Outono, Mabon e Alban Elfed), é o Segundo Festival da Colheita e a época de celebrar o término da colheita dos grãos que começou em Lammas. Também é a época de agradecer, meditar e fazer uma introspecção.

Nesse dia sagrado, os Bruxos dedicam-se novamente à Arte, sendo realizadas cerimônias de iniciação pela Alta Sacerdotiza e pelos Sacerdotes dos Covens. Muitas tradições wiccanas realizam um rito especial para a descida da deusa Perséfone ao Submundo, como parte da celebração do Equinócio do Outono. De acordo com o mito antigo, no dia do Equinócio de Outono, Hades (o deus grego do Submundo) encontrou-se com Perséfone, que colhia flores. Ficou tão encantado com sua beleza jovem que, instantaneamente, se apaixonou por ela, Agarrou-a, raptou-a e levou-a em sua carruagem para a escuridão do seu reino a fim de governar eternamente ao seu lado como sua imortal Rainha do Submundo. A deusa Deméter procurou, por todos os lugares, sua filha levada à força, e, não a encontrando, seu sofrimento foi tão intenso que as flores e as árvores murcharam e morreram. Os grandes deuses do Olimpo negociaram o retorno de Perséfone; porém, enquanto ela estava com Hades, foi enganada e comeu uma pequena semente de romã, tendo, então, que passar metade de cada ano com Hades no Submundo, por toda a eternidade.

Os alimentos pagãos tradicionais do Sabbat do Equinócio do Outono são os produtos do milho e do trigo, pães, nozes, vegetais, maçãs, raízes (cenouras, cebolas, batatas, etc.), cidra e romãs (para abençoar a jornada de Perséfone ao tenebroso reino do Submundo).

Incensos: benjoim, mirra, sálvia, flor do maracujá e papoulas vermelhas.
Cores das velas: marrom, verde, laranja, amarela.
Pedras preciosas sagradas: cornalina, lapis-lazuli, safira, ágata amarela.
Ervas ritualísticas tradicionais: bolota, áster, benjoim, fetos, madressilva, malmequer, plantas de sumo leitoso, mirra, folhas do carvalho, flor do maracujá, pinho, rosas, salva, selo-de-salomão e cardo.

Ritual do Sabbat MabonComece fazendo um círculo com cerca de 3m de diâmetro. No centro, erga um altar voltado para o norte. Sobre ele coloque uma vela da cor apropriada do Sabbat, um cálice com água, uma faca, um prato de sal, pó ou areia, um sino de altar consagrado e um incensório.

Enfeite o altar com a decoração tradicional sagrada, como bolotas, pinhas, malmequeres, rosas brancas e cardo. As flores poderão ser arrumadas em buquês ou guirlandas para o altar ou para o círculo, ou reunidas em uma coroa colocada no alto da cabeça.

Salpique um pouco de sal dentro do círculo e, então, trace-o com uma espada cerimonial consagrada ou com uma vareta, dizendo: COM SAL E A ESPADA CONSAGRADA EU CONSAGRO E TRAçO ESTE CíRCULO DO SABBAT SOB O NOME DIVINO DA DEUSA E SOB A SUA PROTEçãO. INICIA-SE AGORA ESTE RITUAL DO SABBAT.

Acenda a vela e o incenso. Toque três vezes o sino do altar com a mão esquerda para iniciar o Ritual do Equinócio e conjurar os espíritos elementais. Pegue o punhal com a mão direita, volte-se para o leste e diga: OH SAGRADOS SILFOS DO AR E REIS ELEMENTAIS DO LESTE, EU VOS CONJURO E ORDENO A VIR E PARTILHAR DESTE RITUAL DO SABBAT NESTE CíRCULO CONSAGRADO.

Volte-se para o sul e diga: OH SAGRADAS SALAMANDRAS DO FOGO E REIS ELEMENTAIS DO SUL, EU VOS CONJURO E ORDENO A VIR E PARTILHAR DESTE RITUAL DO SABBAT NESTE CíRCULO CONSAGRADO.

Volte-se para o oeste e diga: OH SAGRADAS ONDINAS DA áGUA E REIS ELEMENTAIS DO OESTE, EU VOS CONJURO E ORDENO A VIR E PARTILHAR DESTE RITUAL DO SABBAT NESTE CíRCULO CONSAGRADO.

Volte-se para o norte e diga: OH SAGRADOS GNOMOS DA TERRA E REIS ELEMENTAIS DO NORTE, EU VOS CONJURO E ORDENO A VIR E PARTILHAR DESTE RITUAL DO SABBAT NESTE CíRCULO CONSAGRADO.

Toque três vezes o sino e coloque-o de volta no altar. Estique o braço direito, aponte a ponta do punhal para o céu e diga: AR, FOGO, áGUA, TERRA, VENTRE DA VIDA, MORTE PARA RENASCER. A GRANDE RODA DAS ESTAçõES GIRA, O FOGO SAGRADO DO SABBAT QUEIMA. SOMOS TODOS CRIANçAS DA DEUSA. E PARA ELA DEVEMOS RETORNAR.

Mergulhe a lâmina do punhal no cálice com água e, depois, no prato de sal, pó ou areia e diga: ABENçOADA SEJA A DEUSA DO AMOR, CRIADORA DE TODAS AS COISAS SELVAGENS E LIVRES. O CALOR DO VERãO DEVE AGORA TERMINAR. A GRANDE RODA SOLAR GIROU NOVAMENTE. QUE ASSIM SEJA!

Toque três vezes o sino do altar para encerrar o rito, afaste os espíritos elementais e agradeça à Deusa. Desfaça o círculo de maneira levógira com a espada cerimonial ou com a vareta.

6 de março de 2011

A Lenda da Descida da Deusa


Nos tempos antigos, nosso Senhor, o Cornudo, era (e ainda é) o Consolador, o Confortador.
Mas os homens o conheciam como o terrível Senhor das Sombras, solitário, inflexível e justo.
Mas nossa Senhora, a Deusa resolveria todos os mistérios, até mesmo o mistério da morte; e assim ela viajou ao Mundo Subterrâneo.
O Guardião dos Portais a desafiou...
"...Tira tuas vestes, põe de lado tuas jóias, pois nada tu podes trazer contigo o interior desta nossa TERRA ."
Assim ela se despojou de suas vestes e de suas jóias, e foi amarrada, como todos os vivos que buscam ingressar nos domínios da Morte, a Poderosa, têm que ser.
Tal era a beleza dela, que a própria Morte se ajoelhou e depositou sua espada e coroa aos seus pés...
...E beijou seus pés, dizendo: "Abenêçoados sejam teus pés, que te trouxeram por estes caminhos. Permanece comigo, mas deixa que eu ponha minhas mãos frias sobre o teu coração."
E ela respondeu: "Eu não te amo. Por que fazes todas as coisas que amo e nas quais me comprazo fenecerem e morrerem?"
"Senhora" e respondeu a Morte : "Trata-se da idade e da fatalidade, contra as quais sou impotente. A idade, o envelhecimento, leva todas as coisas a definharem; mas, quando os homens morrem ao desfecho de seu tempo, concedo-lhes repouso, paz e força para que possam retornar. Mas tu, tua face é  linda. Não retornes, permanece comigo."
Mas ela respondeu: "Eu não te amo".
E então disse a Morte: "Se não recebem minhas mãos sobre seu coração, tens que te curvar aos pés  da Morte."
"É a fatalidade, melhor assim..." , ela disse e se ajoelhou.
E a Morte a açoitou brandamente.
E ela bradou: "Eu conheço as afliçoes do amor."
E a Morte se ergueu e disse: "Sejas abeçoada."
E lhe deu o beijo quíntuplo, dizendo: "Assim apenas pode atingir a alegria e o conhecimento".
Então a Morte desamarra os seus pulsos, depositando o cordel no chão.
E ele a ela ensina todos os seus mistérios e lhe dá o colar que é o círculo do renascimento.
A Deusa, então, toma a coroa e a recoloca na cabeça do Senhor do Mundo Subterrâneo.
E ela ensina a ele o mistério da  taça sagrada, que é o caldeirão do renascimento.
A Deusa toma o cálice em ambas as mãos, eles se entreolham, e ele coloca ambas as ~mãos nas dela.
Eles amaram e se tornaram um, pois há três grandes mistérios na vida do homem, e a magia os controla todos.
Para realizar o amor, tendes que retornar novamente no mesmo tempo e no mesmo lugar daqueles que são os amados; e tendes que encontrá-los, conhecê-los, lembrá-los e amarrá-los de novo.
O Senhor do Mundo Subterrâneo solta as mãos da Deusa e esta recoloca o cálice no seu lugar.
Ele toma o açoite em sua mão esquerda e a espada na sua mão direita e fica na posição do Deus, antebraços cruzados sobre o peito, espada e açoite apontados para cima.
Ela fica na posição da Deusa, pernas escarranchadas e braços estendidos formando o pentagrama.
Mas para renascer tendes que morrer e ser preparado para um novo corpo.
E para morrer tendes que nascer, e sem AMOR não podes nascer.
E nossa Deusa sempre se inclina para o amor, e o júbilo, e a ventura; e ela protege e acaricia suas crianças ocultas na vida, e na morte ministra o caminho da comunão com ela; e mesmo neste mundo ela lhes ensina o mistério do Círculo Mágico, que é disposto entre os mundos dos homens e dos DEUSES .

2 de fevereiro de 2011

Sabbath Lammas


(01 de Agosto) H. Norte / ( 01 de Fevereiro) H. Sul

Este é o primeiro dos três Sabbaths da colheita. O Deus já dominou o mundo das trevas e agora passará por leves mudanças, seu poder está declinando com o passar dos dias. Por isso, o honramos e agradecemos pela energia dispensada sobre as colheitas.

O dia é comumente associado a Lugh, Deus Celta do Sol. Lughnasad era tipicamente uma festa agrícola, onde se agradecia pela primeira colheita do ano. Lugh é o Deus Sol. na Mitologia Celta, ele é o maior dos guerreiros, que derrotou os Gigantes, que exigiam sacrifícios humanos do povo.

A tradição pede que sejam feitos bonecos com espigas de milho ou ramos de trigo representando os
DEUSES , que nesse festival são chamados Senhor e Senhora do Milho. Nessa data deve-se agradecer a tudo o que colhemos durante o ano, sejam coisas boas ou más, pois até mesmo os problemas são veículos para a nossa evolução.

O outro nome do Sabát é Lammas, que significa "A Massa de Lugh". Isso se deve ao costume de se colher os primeiros grãos e fazer um pão que era dividido entre todos. Os membros do Coven devem fazer um pão comunitário, que deverá ser consagrado junto com o vinho e repartido dentro do círculo.

O primeiro gole de vinho e o primeiro pedaço de pão devem ser jogados dentro do Caldeirão, para serem queimados juntamente com papéis, onde serão escritos os agradecimentos, e grãos de cereais.

O boneco representando o Deus do milho também é queimado, para nos lembrar de que devemos nos livrar de tudo o que é antigo e desgastado para que possamos colher uma nova vida. O Altar é enfeitado com sementes, ramos de trigo, espigas de milho e frutas da época.

ERVAS TÍPICAS DO LUGHNASADH

Flores de Acácia, Aloé, Talo de milho, olíbano, Girassol, Trigo, Maça Verde, Uva, Pêra, Groselha, Abrunho e Urze.

COMIDAS TÍPICAS DO LUGHNASADH

Pães, Amoras pretas e outras frutinhas, frutos do Carvalho (já livres de seu veneno), Maçãs Verdes, Frutas da época e Vinho de Uva.

26 de dezembro de 2010

Faries



Do you believe in fairies?
They are every place!
When you have a nightmare,
they whisper in your ear and you it wakes up.
They are them that spread the dew in the margins of your window...
They are them that spread that coolness in the air, in the end of the afternoon.
Do you believe in fairies?
They are a little larger than your cellular one.
They fly, and they are full of light and wisdom...
Do you want to see a fairy?
Believe that the world is still beautiful;
And that some exists thing
That alleviates your thoughts in the hour of sleeping
That makes that flower to bloom...

22 de dezembro de 2010

Litha*



O Solstício do Verão (ou Meio do Verão, Alban Hefin ou Litha), também conhecido como Dia de São João, na Europa, marca do dia mais longo do ano, quando o Sol está no seu zênite. Para os Bruxos e os Pagãos, esse dia sagrado simboliza o poder do sol, que marca um importante ponto decisivo da Grande Roda Solar do Ano, pois, após o Solstício do Verão, os dias se tornam visivelmente mais curtos.

Em certas tradições wiccanas, o Solstício do Verão simboliza o término do reinado do ano crescente do Deus Carvalho, que é, então, substituído pelo seu sucessor, o Deus Azevinho do ano decrescente. (O Deus Azevinho reinará até o Sabbat do Inverno do Natal, o dia mais curto do ano.)

O Solstício do Verão é uma época tradicional, em que os Bruxos colhem as ervas mágicas para encantamentos e poções, pois acredita-se que o poder inato das ervas é mais forte nesse dia. é o momento ideal para as divinações, os rituais de cura e o corte de varinhas divinas e dos bastões. Todas as formas de magia (especialmente as do amor) são também extremamente potentes na véspera do Solstício do Verão, e acredita-se que aquilo que for sonhado nessa noite se tornará verdade para quem sonhar.

Os alimentos pagãos tradicionais do Sabbat do Solstício do Verão são vegetais frescos, frutas do verão, pão de centeio integral, cerveja e hidromel.

Incensos: olíbano, limão, mirra, pinho, rosa e glicínia.
Cores das velas: azul, verde.
Pedras preciosas sagradas: todas as pedras verdes, especialmente a esmeralda e o jade.
Ervas ritualísticas tradicionais: camomila, cinco-folhas, sabugueiro, funcho, cânhamo, espera, lavanda, feto masculino, artemísia, pinho, rosas, erva-de-são-joão, tomilho selvagem, glicínia e verbena.